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    ALEXANDRE ONEILL (Rua)  

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   ALEXANDRE ONEILL (Rua)  

Quem foi ? / O que aconteceu ?
  • ALEXANDRE O NEILL
    Escritor
    (19-12-1924) - (21-08-1986)

    Alexandre Manuel Vahia de Castro O neill de Bulhes, natural de Lisboa. Filho do bancrio Jos Antnio Pereira de Ea O Neill de Bulhes e de Maria da Glria Vahia de Castro O Neill de Bulhes, dona de casa. Alexandre O Neill, passou muito tempo da sua juventude e adolescncia em Amarante, onde tinha familiares e onde conviveu com Teixeira de Pascoaes e Alexandre Pinheiro Torres, de quem se tornou amigo. Frequentou a Escola Nutica. Profissionalmente foi tcnico de publicidade. Co-fundador do chamado Grupo Surrealista de Lisboa, surgido em 1947, estreou-se com o poema grfico A Ampola Milagrosa, em 1948. Desvinculado do surrealismo, publicou Tempo de Fantasmas, em 1951. No seu itinerrio potico chegou do entusiasmo ao desengano atravs do divertimento, da ironia e do humor negro, como pode ver-se em Poesias Completas (1951-1983 e 1984). Colaborou na dcada de sessenta nos suplementos literrios Vida Literria, do Dirio de Lisboa, e Cultura e Arte, de O Comrcio do Porto, e dirigiu com Joo Palma-Ferreira e Carlos Ferreira a revista Critrio (1975-1976). Tem ainda colaborao potica dispersa, entre outros, pelos seguintes jornais e revistas literrias: Litoral (1944-1945), Mundo Literrio (1946-1948), Unicrnio (1951), Pentacrnio (1956), Europa (1957), Dilogo (1957-1958), Notcias do Bloqueio (1957-1962), Cadernos do Meio-Dia (1958), Cronos (1965-1970), Slex (1980), e Jornal dos Poetas e Trovadores (1983). Recebeu em 1982 o Prmio da Associao de Crticos Literrios e no ano da sua morte ainda deu a lume O Princpio da Utopia, em 1986. Reuniu as suas crnicas no volume Uma Coisa Em Forma de Assim, em 1980. Saiu pstuma a antologia Tomai L Do ONeill!, em 1986. Obras principais: Poesia: A Ampola Milagrosa, (poema grfico, 1948); Tempo de Fantasmas, (1951); No Reino da Dinamarca, (1958); Abandono Vigiado, (1960); Poemas com Endereo, (1962); Feira Cabisbaixa, (1965); De Ombro na Ombreira, (1969); Entre a Cortina e a Vidraa, (1972); A Saca de Orelhas, (1979); As Horas J de Nmeros Vestidas, (1981); Poesias Completas 1951-1981, (1982); O Princpio da Utopia, (1986); Tomai l do ONeill!, (antologia pstuma, 1986). Narrativas: As Andorinhas No Tm Restaurante, (1970); Uma Coisa em Forma de Assim, (1980). O seu nome faz parte da Toponmia de: Amadora, Aveiro (Freguesia do Eixo), Beja, Cascais (Freguesias de Cascais e So Domingos de Rana), Grndola, Lisboa (Freguesia da Ajuda, Edital de 03-11-1986, era a antiga Travessa Pinto Ferreira, antes tinha sido Rua A Quinta do Almargem ou Rua Pinto Ferreira), Loures (Freguesias de Prior Velho e So Julio do Tojal), Matosinhos (Freguesia de Senhora da Hora), Montijo, Odivelas, Oeiras (Freguesia de Barcarena), Seixal (Freguesias de Aldeia de Paio Pires e Ferno Ferro), Sesimbra, Setbal; Sintra (Freguesia de Massam *), Vila Franca de Xira, Vila Nova de Gaia. Fonte: Dicionrio Cronolgico de Autores Portugueses, (Vol. V, Publicaes Europa Amrica, Organizado pelo Instituto Portugus do Livro e das Bibliotecas, Coordenao de Ildio Rocha, Edio de 2000, Pg. 350, 351 e 352) Fonte: Quem Quem, Portugueses Clebres, (Crculo de Leitores, Coordenao de Leonel de Oliveira, Edio de 2008, Pg. 395).

    Por: Manuel Lopes
    https://ruascomhistoria.wordpress.com/